Nesta Quarta-feira (160309), por volta das 10:00 horas, a viatura da Polícia Militar de Riachinho-MG, Composta pelo SgtGilson e pelo SdEvangelsita, depois de várias ligações no telefone móvel da viatura, dando conta que populares estavam nas proximidades da Pré Escola Pequeno Polegar, querendo ceifar a vida de um Iguana, que é um animal da fauna silvestre.
Deslocamos até o Local, onde capturamos o réptil e o recolhemos, vindo fazer a soltura em seu habitat natural às margens do Rio Urucuia, na região.
Com uma armadilha fotográfica, o Parque Nacional de Brasília conseguiu registrar novas imagens de Onça-parda – também chamado de Suçuarana ou Puma – que moram dentro da reserva: desta vez, havia uma felina adulta e o filhote.
O flagrante foi divulgado nesta Segunda-feira (160222) em redes sociais.
Os animais, que têm hábitos noturnos e são considerados solitários, aparecem bem próximos à câmera. Outro flagrante foi feito em janeiro e foi divulgado na semana passada.
As fotos animaram os responsáveis pelo registro.
O Parque Nacional de Brasília-DF, também conhecido como Água Mineral, tem 42 mil hectares.
O local do flagrante da onça é em meio ao cerrado selvagem, longe de onde geralmente há presença de público.
"Ao terem encontros com humanos,
as onças fogem imediatamente"
Explica a instituição, que diz não haver risco para os frequentadores.
"Nunca houve registro de ataque de onça
a humanos no Parque Nacional de Brasília.
Em todas as experiências de avistamento elas fugiram,
estão no cerrado com facilidade de fuga
e abundância de alimentos naturais."
A aparelhagem foi montada pela equipe da ONG NEX.
"Não conseguimos estimar o tamanho da população,
pois diferente das onças-pintadas,
que possuem rosetas [pintas],
que servem como impressões digitais,
as onças pardas não possuem isto,
então fica mais difícil estimar o tamanho da população.
Seria necessário a utilização de chip ou colar GPS",
Explicou a ONG NEX.
O Parque Nacional diz haver poucos riscos de o felino avançar em áreas urbanas, pois o Água Mineral se interliga com duas outras áreas de proteção ambiental, que se estendem para Goiás.
No parque há presas comuns dos pumas, como queixadas, antas e tamanduás-bandeira.
João Pereira de Souza é um pedreiro aposentado do Rio de Janeiro, que tem um vínculo de amizade com um pinguim-de-Magalhães, da região pertencente à Patagônia na América do Sul, separada pelo estreito de Magalhães – uma passagem navegável de aproximadamente 600 km ao sul da América do Sul continental.
Este estreito é a maior e mais importante passagem natural entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Nos últimos cinco anos, a ave mudou completamente seu padrão migratório natural, apenas para visitar.
A improvável amizade começou em 2011, quando o pedreiro encontrou o pinguim – apelidado por ele de Jinling – embebido em óleo, na praia perto de sua casa. Ele trouxe a ave para casa, limpou-a, ofereceu-lhe uma refeição de sardinhas frescas e um local com sombra para descansar. Desde então, Jinling nunca ficou longe de João por muito tempo.
Após o pinguim ter melhorado, João tentou soltá-lo em mar aberto, mas ele sempre retornava. Certa vez, ele tentou levá-lo em alto mar, em um barco, para que ele pudesse ser solto no oceano. Porém, quando João voltou para a terra firme e chegou em casa, Jinling já estava esperando por ele.
Apesar de pinguins-de-Magalhães migrarem por milhares de quilômetros anualmente, entre colônias reprodutivas na Patagônia e áreas de alimentação localizadas mais ao norte, Jinling não se afasta do Rio de Janeiro há mais de quatro meses. Ele sempre encontra uma maneira de retornar à casa de João, às vezes passando de oito meses a um ano com o aposentado. Seu afeto com o brasileiro é tão grande, que ele apresenta comportamento agressivo quando outros animais chegam perto do homem.
Os pescadores locais ficaram perplexos com esse comportamento incomum.
“O mais engraçado é que o pinguim
pode ficar aqui por semanas,
depois caminha até a praia e parte.
Ele passa 10, 12, 15 dias fora
e depois volta para a mesma casa.
Ele deveria se unir ao grupo,
encontrar algum caminho para o sul,
mas ele não faz isso”,
Relatou Mario Castro, um pescador local.
Jinling acabou se tornando mascote do local, com uma relação de gratidão improvável com o humano que salvou sua vida.
Um vídeo revoltante mostra um tubarão-baleia sendo esquartejado até a morte diante de uma enorme multidão, antes de ser vendido no comércio local.
Nas imagens, que têm sido descritas como "terríveis" por grupos de direitos dos animais, o tubarão é brutalmente cortado em pedaços com uma serra por dois homens e parece tentar respirar desesperadamente, enquanto sangue e água são derramados para fora de seu corpo.
A boca do anima é vista em movimento, e alguns espectadores ouvidos acharam a prática muito cruel. Não está claro onde o ato bárbaro ocorreu, mas a pessoa que postou as imagens na rede social chinesa Weibo disse que testemunhou o assassinato em Yangjiang, na província de Guangdong, na China.
O tubarão-baleia é o maior peixe do mundo, com mais de 12 metros de comprimento, e sua caça para consumo é ilegal. Ali Hood, diretor de Conservação no instituto The Shark Trust, disse:
"A filmagem de um tubarão-baleia sendo massacrado
enquanto aparentemente ainda está vivo
tem chocado ativistas do Shark Trust.
Ver tal magnífico animal, que é tão plácido,
tratado com tamanha falta de dignidade
demonstra como nossa luta é vital
para continuar a aumentar a consciência
sobre a importância dos tubarões
e seus familiares para um ambiente
marinho saudável e equilibrado"
Acredita-se que uma carcaça de tubarão-baleia gigante possa ser vendida por cerca de 30 mil dólares (aproximadamente 104 mil reais), com a sua carne e barbatanas vendidas a restaurantes para o preparo de sopa.
A Mineradora de Bento Rodrigues-MG, Uma das maiores mineradoras que destrói legalmente a natureza e o meio ambiente em busca de minérios, acabando com rios, matas, fauna, flora e tudo que tem no local, agora teve uma de suas barragens de contenção dos dejetos tóxicos rompida, o que saiu inundando de lama tóxica, tudo que tinha pela frente: Fazendas, casas, lavouras, rios, cidades e até o mar.
Onde está a rede globo para pelo menos mostrar o desastre ambiental na sua dimensão? Cadê a presidente Dilma com seus sórdidos pronunciamentos? Afinal foi um dos maiores acidentes contra o meio-ambiente ocorrido em nosso país nos últimos anos!
São dezenas de mortos, dezenas de desaparecidos, centenas de feridos e desabrigados, milhares de pessoas prejudicadas e ainda querem abafar o caso, como se fosse apenas um simples ocorrido que logo passará.
Nosso estado mineiro foi duramente danificado, várias cidades de até 260 mil habitantes que ficaram sem água, moradia e infra-estrutura.
RELATOS DE UM MORADOR EM GOVERNADOR VALADARES-MG:
"Infelizmente, o BRASIL ainda não sabe o que está acontecendo
aqui em Minas Gerais.
Os veículos de "desinformação" continuam omitindo fatos
e números importante para amenizar a tragédia.
Sugiro que aqueles que tem amigos virtuais em outras cidades,
estados e países, informem melhor e alertem o Brasil
de que são centenas de milhares de pessoas afetadas pelo fato.
Toda a economia dos municípios está comprometida.
As escolas suspenderam as aulas,
a agricultura está comprometida,
porque não tem chuva,
o comercio já quase parou,
pois não tem água, nem para os banheiros;
bares e restaurantes estão adotando material descartável para servirem,
mas não existem panelas descartáveis
e essas precisam ser lavadas.
A construção civil também foi afetada;
não há água para o banho das pessoas.
Hospitais e asilos,
presídios e serviços essenciais estão sendo abastecidos por caminhões pipa,
que precisam ir a outros municípios para se abastecerem de água,
o que está onerando os cofres públicos
com o alto consumo de combustível
isso quando conseguem passar pelas estradas bloqueadas
pela manifestação de caminhoneiros.
O Rio Doce, um dos MAIORES DO BRASIL, está morto!
As populações, desde Mariana-MG até Linhares-ES
(e depois no Oceano Atlântico)
estão sofrendo as consequências
do que talvez seja a maior tragédia ambiental,
ecológica, econômica, hídrica, já ocorrida no pais.
E as consequências serão sentidas por muitas décadas.
Somente em Governador Valadares são 260 mil pessoas afetadas.
Alguém já imaginou uma cidade de 260 mil pessoas totalmente sem água?
E o pior: a água está correndo no Rio Doce,
mas completamente envenenada por arsênico, mercúrio e outros metais.
Todos - eu disse todos - os peixes morreram envenenados
e já se pode sentir o "cheiro" a km de distância.
Esse é o quadro que o BRASIL precisa saber.
Divulguem para que outras tragédias possam ser evitadas.
Talvez a próxima seja a dos lixões,
ou das enormes pastagens que avançam derrubando as florestas,
ou quem sabe, as imensas lavouras de soja???
Informem, manifestem a indignação pacífica,
sem revolta ou violência.
Chega de violência contra povo Brasileiro,
menos ganância, é o que precisamos.
Obrigado por me ler!
É apenas o desabafo de um Valadarense,
mineiro, brasileiro e ... ser humano."
CONFIRA NOS VÍDEOS ABAIXO A DIMENSÃO DA TRAGÉDIA:
CÁ ENTRE NÓS...
São milhares de pessoas desabrigadas, sem casas, sem comida, sem roupas, sem remédios, sem água para beber, banhar ou lavar roupas e vasilhames! Pessoas expostas ao barro tóxico, em busca de membros da família que desapareceu na lama!
Lama essa que veio de uma barragem de contenção de dejetos de uma Mineradora situada em Bento Rodrigues-MG, próximo da cidade histórica de Mariana-MG.
Esse tipo de mineradoras são as maiores devastadoras do mundo, em destruir a ecologia, o eco-sistema de uma forma autorizada pelo governo brasileiro, de forma "Legal". Elas são as responsáveis pela destruição de quilômetros² de terrenos, florestas, rios como o Rio Doce, um dos maiores rios do Brasil, e nada é feito para impedir.
Primeiros danos apurados pelo MPMG no local são de 1994
Segundo ação, empresa e município terão que arcar com os danos
O Ministério Público de Minas Gerais - MPMG divulgou nesta quarta-feira (140806) uma sentença favorável da Justiça em relação à Ação Civil Pública - ACP proposta para a preservação da Gruta Tamboril, localizada em Unaí-MG, no Noroeste de Minas Gerais. Os primeiros danos apurados pelo MPMG no local são de 1994.
De acordo com o MPMG, a gruta “vem sofrendo severos danos causados pela extração minerária existente na região”, a Justiça determinou que as atividades sejam paralisadas. O órgão já havia recomendado a suspensão da mineração no local anteriormente. O MP também pediu na ACP que a empresa extratora execute os planos de recuperação de áreas degradas e de fechamento de mina, de acordo com os prazos estipulados pela Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Noroeste.
A empresa terá que pagar R$ 2 milhões pelos danos materiais e morais causados à gruta e à sociedade. O dinheiro será destinado para o Fundo Municipal de Patrimônio Cultural de Unaí.
O município deverá retirar o lixo existente no interior e imediações do local em 120 dias, e o serviço deverá ser comprovado por um relatório. Em 2002, a Secretaria Municipal de Saúde chegou a interditar a gruta devido à presença de um fungo causador de uma micose conhecida como histoplasmose. O MPMG quer que a Prefeitura de Unaí providencie um parecer técnico para comprovar se há ou não focos do Histoplasma Capsulatum na gruta.
De acordo com a ação do MP, o município tem que garantir a vigilância do local, para preservar o patrimônio, além de ter um ano para apresentar o plano de manejo espeleológico da gruta, seguindo as diretrizes legais, além de submetê-lo à aprovação do órgão ambiental competente. A Administração Municipal terá mais um ano para colocá-lo em prática. Um projeto de despoluição visual, para retirar as pichações feitas no local, também terá que ser executado.
Se houver descumprimento da medida, a multa diária será de R$ 5 mil.
Ao tentar falar com os representantes do município, Ninguém foi encontrado e não se obteve nenhum retorno.
Em fevereiro, um supervisor encontrou cobra dentro da máquina de lavar Esta já é a quinta ou sexta vez!
O cientista político Ariosvaldo Sales recebeu uma visita inesperada na tarde deste domingo (140518): uma jiboia de 1,5 metro apareceu enrolada em um canto da varanda da casa dele, no Setor de Mansões Dom Bosco, em Brasília-DF. O réptil permaneceu imóvel no local até a chegada da Polícia Militar Ambiental, cerca de uma hora depois. O animal não ofereceu resistência à captura.
“Na hora assusta, mas não é mais aquilo tudo.
Já é a quinta ou sexta vez que a gente encontra cobra aqui”
disse Sales.
"A gente sabe que está próximo ao ambiente delas.
De alguma forma,
é até um privilégio
ter contato com um bicho desses.”
O bicho foi notado pouco antes das 14:00 Hs e capturado por volta de 15:30 Hs. A casa da família do cientista político fica em uma área de mata, próxima a nascentes.
Membro da equipe responsável pela captura, o sargento Elivado Menezes disse que o animal é adulto e não estar machucado. Segundo ele, a cobra tem entre 7 kg e 10 kg.
“Geralmente é uma cobra estressada,
mas essa estava muito calma.
O mais provável é que tenha se alimentado recentemente.
Ela se deixou capturar com facilidade.
Geralmente, ela reage muito, dá botes”
Explicou.
Para ele, a proximidade das residências com o habitat natural desses animais é uma das hipóteses para o aparecimento da cobra no local.
“A residência fica próxima à área de mata, de cerrado.
Em Brasília, estão invadindo muito a área de mato.
Esses animais ficam com área restrita.
Elas invadem as residências em busca de alimento.”
A corporação não soube informar se a jiboia é macho ou fêmea. Ela foi encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, ligado ao Ibama. Lá, passará por avaliação, antes de ser devolvida à natureza.
Em fevereiro deste ano, o supervisor de investimentos João Bosco passou por uma situação parecida. Ele encontrou uma jiboia de 1,6 metro “morando” na máquina de lavar da casa dele, na região de condomínios do Jardim Botânico. A suspeita é de que o réptil tenha passado dois dias no eletrodoméstico.
Características
A jiboia é um animal não peçonhento que, assim como a sucuri, mata as presas por constrição – ela envolve pequenos mamíferos, inclusive pequenos filhotes de cães, aves e roedores, para sufocá-los e depois comê-los. A espécie vive em média 20 anos, pode atingir três metros de comprimento e chega a pesar 15 quilos. O bicho costuma viver em árvores de matas fechadas e úmidas.
De acordo com o sargento Menezes, as jiboias são as cobras mais capturadas no DF – cerca de duas por semana. A orientação para quem encontra um animal como este em casa é sempre ligar para o 190.
“Quem os acha nunca deve tentar capturá-los.
A Polícia Ambiental sabe como fazer isso com segurança,
Aplicativo para celular é ferramenta para evitar atropelamento de animais
A cada ano, 475 milhões de animais selvagens morrem atropelados nas estradas brasileiras, 15 por segundo. Para tentar frear essa estatística, pesquisadores do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas - CBEE, sediado na Universidade Federal de Lavras - Ufla, no Sul de Minas, criaram o Urubu Mobile.
O aplicativo gratuito para celular, que já foi baixado mais de mil vezes em menos de um mês, faz parte de um sistema para receber fotos e informações de animais selvagens atropelados em todo o país.
Ao se envolver ou perceber um acidente, o usuário cadastrado envia as informações, que integrarão o Banco de Dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem - Bafs.
O objetivo é mapear as áreas onde ocorrem mais atropelamentos, incrementar pesquisas e incentivar a formação de políticas públicas para as estradas.
“Com dados mais completos,
poderemos sugerir ao governo a construção de passagens de fauna, telamentos nas margens das rodovias,
instalação de túneis,
passagens aéreas para espécies que se deslocam pelas árvores
(como os macacos)
e ajudar no planejamento de novas rodovias
fora de áreas com grande probabilidade de atropelamentos”
detalha Alex Bager, coordenador do CBEE.
FERRAMENTA
A ideia é receber dados referentes apenas a animais selvagens. Ou seja, não adianta mandar fotos de cães, galinhas ou cavalos mortos.
Lançado em 11 de abril e disponível somente para Android, o Urubu Mobile já tem 700 pessoas cadastradas aptas a mandar informações.
A equipe já recebeu 75 fotos, a maioria de animais de grande porte atropelados, como tamanduá-bandeira, gambás e cobras.
“Nem todas as pessoas percebem
ou dão importância a bichos pequenos mortos na estrada,
como sapos”,
completa Bager.
A bióloga Clarice Vasconcelos, de 42 anos, enviou dados sobre um cachorro-do-mato morto atropelado na BR-251, em Unaí-MG, na região Noroeste de Minas.
“Tenho interesse em amenizar esse massacre de animais
que ocorre nas estradas”,
diz Clarice Vasconcelos.
Outra intenção dos pesquisadores é divulgar o aplicativo a caminhoneiros, empresas de transporte e cooperativas para elevar o número de dados coletados e, em até dois anos, ter milhares de parceiros para colaborar com o planejamento de conservação da fauna brasileira.