Mãe e padrasto de menino que sumiu se contradizem, diz delegado em SP
Mãe - Psicóloga Natália Mingone Ponte
Polícia Civil ouviu novos depoimentos e pediu prisão temporária do casal.
Menino de 3 anos sumiu de dentro de casa nesta terça em Ribeirão Preto.
Ainda existem contradições nos depoimentos da mãe e do padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desaparecido desde a madrugada de terça-feira (5), em Ribeirão Preto-SP. A afirmação é do delegado Paulo Henrique Martins de Castro, que pediu a prisão temporária do casal. Natália Mingone Ponte e Guilherme Raimo Longo permanecem na Delegacia de Investigações Gerais - DIG, na tarde desta quarta-feira (131006) para prestarem novos esclarecimentos. Procurado, o advogado que representa Longo, Celso Corrêa de Moura, não comentou o assunto. Segundo a família de Natália, ainda não há um advogado instituído para cuidar do caso.
“Existem algumas perguntas a serem esclarecidas e isso a gente espera terminar no decorrer do dia”, disse Castro,
destacando que também não descarta a possibilidade de a casa da família ter sido invadida e o garoto sequestrado.
“Não descarto possibilidade nenhuma, nem de que ele tenha saído sozinho, nem de que um terceiro tenha entrado na residência. A gente trabalha com todas as possibilidades.”
Joaquim desapareceu de dentro da casa onde mora, no Bairro Jardim Independência, na madrugada de terça-feira (131105). A mãe, a psicóloga Natália Mingone Ponte, foi quem notou a ausência do garoto ao procurá-lo no quarto, por volta de 7 hs, para aplicar uma dose de insulina – o menino tem diabetes.
A perícia científica foi até o local verificar possíveis vestígios de crime, mas nada foi encontrado. As janelas da casa tem grades e, segundo depoimento da mãe, o portão estava trancado durante a manhã, mas a porta da sala estava aberta.
Após acionados, a PM e o Corpo de Bombeiros fizeram buscas no bairro onde a família mora e em um córrego próximo, mas não encontraram o menino. Os trabalhos foram suspensos no início da noite.
Sem passar detalhes das investigações, Castro disse que acompanhou as buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros na manhã desta quarta-feira, em um bueiro próximo à casa da família. Uma denúncia anônima afirmava que algo havia sido jogado no local durante a madrugada, mas nenhuma pista foi encontrada.
“Nós estamos recorrendo a todos os meios disponíveis que nós temos: imagens [de câmeras de segurança], perícias, oitivas de pessoas próximas ao local, estamos tentando esgotar todas as possibilidades que existem”,
disse o delegado.
Família
Na tarde de terça-feira, a mãe do menino disse que, antes de desaparecer, Joaquim vestia uma calça de pijama estampada e camiseta branca. Natália confirmou também que o atual marido é usuário de drogas e que teria sido ele o último a ter contato com o garoto, ao colocá-lo para dormir, por volta de meia-noite.
“O Joaquim ama ele (sic) de paixão e o Guilherme também. Se aconteceu alguma coisa, eu não sei”,
disse a mãe durante as buscas. Na manhã desta quarta-feira, antes de prestar depoimento na DIG de Ribeirão, Natália voltou a afirmar que estava dormindo quando o menino desapareceu e que não tem envolvimento com o caso.
“Eu acredito que nós vamos encontrar ele. Pelo amor de Deus, se alguém souber de alguma coisa, qualquer coisa que seja, liga para a polícia, sem se identificar, qualquer coisa, mas ajude a gente a esclarecer isso.”
Polícia pede prisão de padrasto e mãe de garoto desaparecido em SP
Criança de 3 anos sumiu de dentro da casa
na terça-feira (131105) em Ribeirão.
Bombeiros realizaram buscas em bueiro e córrego, mas nada foi encontrado.
A Polícia Civil pediu a prisão temporária da mãe e do padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desaparecido desde a madrugada de terça-feira (131105) em Ribeirão Preto-SP. O delegado Paulo Henrique Martins de Castro não informou detalhes sobre o caso. O Corpo de Bombeiros também retomou as buscas em um córrego próximo à casa da família, após denúncias de que algo havia sido jogado em um bueiro durante a madrugada.
Nada foi encontrado.
Joaquim teria desaparecido na madrugada de terça-feira de dentro da casa da mãe. Natália Ponte disse ter notado a ausência do filho quando foi procurá-lo no quarto, por volta de 7 hs, para aplicar uma dose de insulina - o garoto tem diabetes. Em depoimento à polícia, Natália disse que as janelas da casa têm grades e que o portão estava trancado, mas a porta da sala estava aberta. A perícia cientifica foi até o local verificar possíveis vestígios de crime.
Também em depoimento, o padrasto do menino, Guilherme Longo, teria contado aos policiais que colocou o menino para dormir por volta de meia-noite e, durante a madrugada, saiu para comprar drogas, mas não encontrou quem fornecesse e retornou para casa.
O padrasto e a mãe do garoto passaram toda a terça-feira na Delegacia de Investigações Gerais - DIG, prestando depoimento. O delegado responsável pelo caso, Paulo Henrique Martins de Castro, ainda não explicou o motivo do pedido de prisão temporária do casal.
Ainda na terça-feira, policiais e bombeiros percorreram um trecho do córrego Tanquinho, na Avenida Guido Golfeto, próximo à casa da criança, em busca de pistas. Segundo familiares, o garoto gostava de ir até esse local para jogar bola com amigos. As buscas foram suspensas no início da noite, após nada ter sido encontrado.
Novas buscas
Na manhã de quarta-feira, o Corpo de Bombeiros voltou ao local para investigar a denúncia de que um grupo de homens havia jogado algo semelhante a um corpo dentro de um bueiro, próximo ao córrego. "Ao chegar ao local, nós constatamos, através de um garoto, que nessa madrugada tiraram a boca de lobo e alguns homens tinham mexido nela. É um local de difícil acesso, muito estreita, mas não foi encontrado nada", afirmou o subtenente Ramos.
As buscas foram suspensas mais uma vez no final da manhã e só serão retomadas, segundo o subtenente, caso haja novas denúncias sobre o caso. "Ontem [terça-feira] foi efetuada a varredura de todo o rio, não foi averiguado nada, hoje não foi encontrado nada. Então vamos aguardar a parte da Justiça para saber se há outra denúncia ou não."
Repercussão
O caso do desaparecimento do menino Joaquim ganhou destaque nacional após artistas postarem mensagens de apoio à família no Instagram, na manhã desta quarta-feira. Entre os famosos que publicaram informações do garoto em seus perfis estão as cantoras Tânia Mara e Ivete Sangalo, a atriz Joana Machado, a apresentadora Angélica, os atores Rafael Almeida e José Loreto, e a atriz Giovanna Ewbank.
"Que Deus o abençõe, proteja e que a família o encontre ainda hoje!
Eu creio Jesus!", escreveu Tânia.
"Gente! Por favor, vamos divulgar!", disse Giovanna.
Homem morre e outro é ferido na mão após serem baleados em Unaí-MG
Um homem morreu e outro ficou ferido depois que foram atingidos por diversos disparos de arma de fogo, no domingo (131110), em Unaí-MG, na região Noroeste de Minas.
De acordo com a Polícia Militar, a dupla passava por uma rua do bairro Canaã, quando um suspeito se aproximou e efetuou os disparos. Em seguida, o atirador fugiu do local.
Uma das vítimas foi socorrida em estado grave e encaminhada para um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O outro foi baleado na mão e passa bem.
Ainda segundo a PM, os dois tem várias passagens pela polícia por envolvimento com drogas, o que levantou a suspeita de o crime estar relacionado com o tráfico na região.
Caminhoneiro foge após atropelar e matar passageiro de moto
na BR-381, em Contagem-MG
Um passageiro de motocicleta morreu após ser atropelado nesta quinta-feira (131114), na BR-381, em Contagem-MG.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a vítima foi atingida por um caminhão na altura do km 476.
Segundo os policiais, por motivos ainda desconhecidos, o condutor da motocicleta perdeu o controle da direção e o veículo caiu no asfalto. Em seguida, o caminhão, que trafegava atrás das vítimas, atropelou o passageiro caído e fugiu sem prestar socorro. Porém, ele foi localizado no Anel Rodoviário e alegou que não percebeu que tinha atingido o garupa.
O passageiro atropelado morreu antes de chegada do socorro. Já o piloto sofreu várias escoriações pelo corpo e foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII.
Devido ao acidente, o trânsito teve que ser interditado por em torno de três horas, mas foi liberado.
Prisão de idosa "no lugar" de neto revolta e comove Ouro Fino
Os desdobramentos do tiro acidental que feriu um adolescente na semana passada revoltam moradores de Ouro Fino, no Sul de Minas. Eles se mobilizam pelas redes sociais para pedir a liberdade da avó e do pai do garoto que fez o disparo.
O menor foi solto, mas a idosa de 73 anos e o filho dela estão na cadeia há nove dias, sob a alegação de que instigaram o jovem a usar armas de fogo e a agir com violência.
O caso gera grande repercussão na cidade de 33 mil habitantes. Na quarta-feira (131113), um grupo articulava a manifestação em frente ao fórum, mas a data não está certa.
Parte dos moradores considera que as prisões, pedidas pelo Ministério Público Estadual e determinadas pelo juiz João Cláudio Teodoro, foram um “exagero”.
O advogado Otávio Miranda Junqueira não representa a família, mas explica que a punição máxima por porte ilegal de arma é de três anos, pena que, em geral, é convertida para a prestação de serviços comunitários.
“Eles não iriam presos nem se fossem condenados.
Então, o que justifica a prisão cautelar?”,
indaga.
“O pai não estava no local nem era dono da arma. A avó teria permitido que o neto pegasse o revólver, e é compreensível que pague por isso na forma de fiança, que responda a um processo, mas ser mantida com bandidos numa cela é um exagero”.
A comoção dos moradores está interferindo até no trabalho da polícia, diz o delegado Waldir Jorge Pelarico.
“Há muita gente procurando a delegacia preocupada com o caso”.
Um homem, de 52 anos, morreu ao ser degolado com uma faca no bairro Tropical, em Contagem-MG, na Grande BH. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorrido no fim da noite dessa quarta-feira (131113) teria sido praticado por quatro homens encapuzados.
Por volta de 21 horas, o quarteto invadiu o imóvel, que fica na rua Dois, e chegou a conversar com a esposa da vítima. Para ela, os criminosos contaram que o Maurício Francisco Alves se envolveu com a mulher de um traficante e ainda teria uma dívida de drogas. Ela foi obrigada a deixar a casa e não olhar para trás.
Maurício foi atingido por vários golpes, sofrendo cortes na barriga, braços e um ferimento profundo na região do pescoço. Após a execução, os criminosos fugiram e não foram mais localizados. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil.
Jovem que matou namorada com facada na boca não demonstra arrependimento
Homem descobriu traição
e cometeu crime ao ouvir que amante era
"melhor de cama"
Warley Ferreira, 19 anos, assassino confesso da ex-namorada D.C.M., de 16 anos, admitiu ter cometido o crime nesta quarta-feira (13) ao ouvir que o amante era "melhor de cama". Na delegacia, ele não mostrou qualquer arrependimento e disse que desconfiou da traição ao fazer sexo com a vítima horas antes do crime.
— Eu fiz com ela primeiro o negócio. Cheguei em casa e pensei 'esse negócio tá diferente, não é assim não'. Desci e levei a faca. Ela falou: "no mesmo lugar que a gente fez, levei outro menino e ele fez melhor que você' aí fiquei com muita raiva.
Ele ainda tentou justificar o assassinato dizendo que a jovem teria envolvimento com crimes.
— Se eu não matasse, outro matava.
Ela era cheia de guerra com as meninas, usava droga.
O pai da vítima, Paulo Reis, era contra o relacionamento dos dois, que começou em 2011.
— Eu não queria esse namoro, mas ela era muito esquentada, não obedecia. Estou sofrendo, mas o que posso fazer? Foi uma covardia.
O casal discutiu em um ponto de ônibus no bairro Vila Cristina, em Betim, na Grande BH. A garota foi golpeada e teve uma faca de cozinha cravada na garganta. O irmão da vítima testemunhou o crime.
http://r7.com/jEAk
De acordo com a Polícia Militar, Warley Ferreira Vieira foi abordado no momento em que voltava para casa, no bairro Vila Cristina, onde mora. Ao ser questionado, ele chegou a negar o homicídio, mas acabou confessando.
Warley Ferreira Vieira alegou que cometeu o assassinato por ciúmes, já que a menor teria lhe traído. Durante uma discussão, ela ainda teria dito que o amante "era melhor de cama do que ele".
Depois de esfaquear a jovem, por volta de 2 horas, o rapaz voltou para casa, tomou banho e agiu "com muita naturalidade", segundo informações da mãe dele. Pela manhã, pediu dinheiro emprestado e saiu para procurar emprego. Os militares pediram que o irmão fizesse com que o suspeito retornasse para casa e ele foi flagrado no momento em que ainda estava no ônibus.
O corpo da vítima foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) da cidade. O criminoso foi encaminhado para a 177ª Companhia da PM, em Betim.
Caso real professora com essa roupa tirava o raciocínio dos alunos que não aprendiam nada só babavam a aula toda. o bom foi que as faltas nas aulas teve uma redução de 95% eles estavam presente em todas as aulas.
Menina disse que o professor a chamou para andar de carro e tentou beijá-la
Uma adolescente de 15 anos afirma ter sido assediada pelo professor em Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte-MG. O professor, que dá aula de ciências, pediu para ela fazer um trabalho e marcou dia, horário e local para entrega.
— Eu entreguei o trabalho enorme, manuscrito, e ele pediu para andar de carro com ele.
A menina contou que dentro do carro o professor tentou beijá-la.
— Ele tentou me beijar, eu virei e foi no rosto.
Depois da denúncia a Polícia Militar foi até a escola onde o professor dá aula há 15 dias. Ele estava em sala de aula quando foi detido e levado para a delegacia.
Procurado pela reportagem, o professor disse apenas que “é tudo mentira”. Quando a equipe da TV Record conversava com o suspeito, o pai de uma das meninas ficou nervoso e xingou o homem de “pedófilo”, “estuprador” e “safado”.
Uma outra adolescente, de 14 anos, que estava no carro com o professor e a amiga, afirma que o comportamento dele dentro da sala de aula era diferente.
— Quando ele está explicando a matéria ele pega como exemplo uma pessoa e começa a passar a mão no cabelo, levanta a menina, fica do lado dela. Ele fala que não está cantando a pessoa mas dá para entender que está sim.
O suspeito foi ouvido na Delegacia de Mulheres de Ibirité. A família das meninas espera que os fatos sejam apurados e não acredita na inocência do professor.
— Ele é professor de biologia, tem que saber que criança de 14, 15 anos jamais poderia estar com ele no carro tomando rumo ignorado. Ele estava mal intencionado.
A Secretaria de Estado de Educação informou que o contrato do professor com a escola é temporário e que ele será rescindido.
Mulher faz sexo com vizinho por engano, em Araxá-MG
Vítima acordou no meio da noite sendo acariciada pelo homem,
que pensou ser seu marido
A Polícia Militar de Araxá foi chamada na última segunda-feira (131111) para atender uma ocorrência inusitada. Uma mulher de 53 anos contou aos militares que, por problemas particulares, dorme em quarto separado do marido. No entanto, durante a madrugada, ela acordou com um homem fazendo carinhos em seu corpo e, acreditando se tratar do companheiro, manteve relações sexuais com ele.
No entanto, ao ouvir a voz do homem ao seu lado, ela percebeu que se tratava na verdade de seu vizinho, identificado como I.V., de 27 anos. Ao notar o engano, a mulher ficou desesperada e gritou. Seu vizinho então saiu correndo, fugiu pela janela e deixou as roupas para trás.
A PM compareceu à casa do suspeito, que estava dormindo nu no momento da abordagem. O pai do rapaz alegou à corporação que o filho sofre de problemas mentais. Mesmo assim, o homem foi conduzido à delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos.
Cá entre nós...
Hoje em dia virou hábito, quase toda pessoa que comete uma infração, alega ter problemas mentais. As cadeias públicas tem locais destinados a várias categorias de pessoas criminosas, como: para mulheres, que são separadas das alas masculinas, para grávidas, para jovens, etc. Se ainda não criaram um local para os com "problemas mentais" está precisando, porque o que tem de criminosos se passando por doentes mentais para se safar... Outra coisa, doença ou problema mental é a pessoa que não raciocina bem, e esses criminosos que se diz com problemas mentais tem a mente tão boa que parece ser melhor que a nossa, Cadeia neles então!
Agora, que essa senhora de 53 anos, passou momentos delirantes na cama com esse jovem de 27 anos, isso passou, será que não desconfiou mesmo antes do ato sexual, que não seria seu marido, que por sinal deveria ser um idoso também? Há mas acredito que ela curtiu tanto que preferiu dar alarme somente depois do bem bom! Fala sério!
Como funciona o sistema de Saúde aqui na cidade de Unaí - MG
Levantei hoje muito mal de saúde, e resolvi ir atrás de tratamento. Por volta das 08:30 horas e preparei-me para ir ao posto de saúde do meu bairro, o Bairro Cachoeira.
Moro sozinho, tenho muita dificuldade de realizar as tarefas domésticas sozinho, ultimamente ainda está pior, pois tenho engordado muito, e com uma escara no pé, que esta muito profunda e com crostas de tecido morto ao redor, o que impede a cicatrização, sinto que há uma grande necessidade de realizar debridamento da mesma, para desobstruir aquele tecido sem vida, que facilitará a cicatrização e o fechamento da escara.
Veja no vídeo, o que é o processo de debridar uma escara, não é a de meu pé.
(cenas de feridas, se es fraco, recomendo não assistir).
09:15 - Saindo de casa com destino ao Posto de saúde do SUS, que fica aqui mesmo no meu Bairro.
09:15 - Estou me dirigindo para o Posto SUS do meu bairro
09:23 - Chegando em frente do Posto, já na chegada, um obstáculo foi encontrado, uma rampa que dá acesso da rua para a calçada está construída de forma inadequada, para passar por ela fui obrigado a pedir auxílio a voluntários que passavam pelo local.
09:23 - Frente do Posto do SUS, no Bairro Cachoeira.
Entrei, e ao chegar na porta de entrada, outra rampa muito aclive, que tentei por duas vezes subir e não consegui, de frente com a mesa onde havia uma enfermeira sentada e outras duas do lado, à 3 metros, que ficaram olhando as tentativas em vã de escalar a rampa, mas somente elas olhavam, até que veio um senhor que ali estava e ofereceu ajuda, quando então consegui subir a rampa. aproximei da mesa, onde as duas enfermeiras já não estava, apenas a enfermeira que escrevia permanecia de cabeça baixa.
Chamei a atenção dela, dizendo que estava ali para fazer um curativo, e desbridamento de uma escara no meu pé. Ela levantou o olhar, me olhando de alto a baixo, voltou a escrever de cabeça baixa enquanto dizia-me que deveria procurar o Pronto Atendimento - P.A., porque tal tipo de procedimento só seria feito por um médico de lá.
Agradeci, e dei meia volta e saí.
De volta a rua, decidi ir ao PA em busca deste procedimento que preciso com muita urgência.
09:45 - Passando pela Praça São Cristóvão - Onde estão as rampas?
09:45 - Praça são Cristóvão, estou chegando, já andei quase 2 km e estou a menos de 300 metros do local de destino. Esta é a praça São Cristóvão, uma praça que não foi feita para usuários de cadeira de rodas usufruir, porque não tem rampas e o trânsito gira em torno dela com muita velocidade e é muito perigoso, uma porcaria tudo isso aqui, e se tiver algum unaiense ignorando o que falo, venha aqui fazer uma visitinha pessoalmente, mas venha de cadeira de rodas, para sentir a realidade de que estou falando! venha.
Faz oito anos que eu postei umas fotos na internet dessa praça, em um "Flog" e até hoje ninguém tomou providencias.
Os políticos de Unaí não vêem isto na Internet, mas o restante do mundo está vendo, e eu, estarei sempre mostrando isso ao restante do mundo!
09:46 - Chegando no PA antes das chuvas caírem, percebe-se que vai chover muito
09:48 - Agora está pertinho, é logo ali na frente!
09:48 - Chegando no PA - Pronto Atendimento
09:49 - P.A. - Pronto Atendimento - SUS
09:50 - Cheguei no PA - Pronto atendimento, tirei as fotos da entrada, para fins de registrar o horário por fotos, porque esqueci meu celular em casa, e estou fotografando tudo aqui. Meu propósito é manter a calma, aguardar, e esperar pela boa vontade deles, até conseguir o meu objetivo que será fazer um debridamento na escara e um curativo, nada mais!
09:51 - Dei entrada, marcando uma consulta na entrada do PA, mandaram aguardar, e estou sentado diante de uma aviso: ÁREA AMARELA - Atendimento em até 60 minutos. Estou aguardando ... Desde as 09:52.
10:00 - Saindo para tomar um ar na parte externa, na saída, tirei algumas fotos dos cartazes e avisos!
10:01 - Bem vindo ao P.A. - Péssimo Atendimento
Sabe o que acontece? As poucas pessoas buscando consultas são classificadas como de pouca urgência e os funcionários ficam de braços cruzados, foi o que notei no Pronto atendimento, que de pronto não tem nada!
Não havia mais de 50 pacientes no momento em que cheguei, talvez uns 35, e depois aumentou, mas não atingiu 50 pessoas.
Pessoas com problemas mais sérios eram encaminhados ao atendimento, e as demais eram postas a espera de uma ou duas horas, e eles ficaram folgados la dentro, enrolando o atendimento e não atendia ninguém. O que eu vi foi um descaso total, de 40 a 40 minutos, o guarda da entrada chamava uns dez pacientes pelo nome e era só.
10:01 - No corredor secundário, encontra-se afixado o aviso: até 60 minutos para ser chamado.
10:02 - Afixado na sala de espera principal, avisa que o atendimento será após 120 minutos, conforme a urgência.
Engana-se quem pensa que esse horário indicado no aviso das áreas amarelas e verde, são prazo para ser atendidos. O prazo se refere para fazer a triagem e receber a pulseira colorida, que indicará o tempo de espera para realmente ser atendido. ou seja: Dei entrada as 09:50 e mandaram esperar, A chamada para ir para a triagem se deu as 11:30, quando fui para a sala de triagem e lá me entrevistaram, e não mediram pressão e nem temperatura mediram, vieram com uma pulseira amarela para colocar em meu braço, sem falar mais nada, o que recusei, não aceitei.
11:30 - Chamado para fazer a triagem, o que na sala, nada foi feito, apenas uma entrevista que levou-me de volta a área amarele, destinado a esperar mais uma ou mais hora.
Novamente fui colocado para fora, destinado a esperar mais uma hora ou mais, segundo eles. Fui tratado deseducadamente, e como uma pessoa anormal, e não foi feita a triagem como de costume. Saí. 11:40 - De volta ao corredor de espera, diante do relógio que marcava o tempo que não passava.
São 12:41 - Continuo aguardando pacientemente, até agora ainda não fui chamado - Já passou uma hora.
12:41 - Não é fácil esperar... bateu fome, cansaço, indisposição, continuo aguardando. Dei uma saída, tentei fazer uma ligação em um telefone público que fica na porta, (havia deixado meu celular em casa), o telefone público não da acesso à cadeirante, muito mal colocado sobre um degrau, alto, pedi ajuda, mas começou a chover e não consegui avisar meus familiares que estava ali. Faltou adaptação no telefone, para usuários de cadeira ter acesso. Em um breve intervalo da chuva, atravessando a rua, fui em um quiosque e fiz um lanche, pois a fome era tanta que estava já passando mal no pequeno espaço, cheio de pessoas, e o ar estava rarefeito (tenho problemas em ficar em local fechado, ou onde há muitas pessoas) ao sair contei no recinto 48 indivíduos além de mim!
12:42 - Há muitos mosquitos por aqui, e como meu pé está com uma escara exalando mau cheiro, eles incomodam muito. 12:45 - Fui chamado a comparecer no interior, acho que findou o tempo de espera. Comparecer no consultório ortopédico, após uma longa rampa, e la vou eu.
12:46 - Alguns minutos de espera e logo o atendimento que durou aproximadamente um minuto.
12:46 - Um breve diálogo, com um médico ortopedista e este me encaminha de volta para a enfermagem, e no prontuário circula, marcando que minhas condições de saúde é VERDE - de pouca urgência podendo esperar duas horas para o atendimento. 12:51 - Saindo do consultório, em uma mesinha no corredor, eu fiz as próximas duas fotos seguintes:
12:51 - Do Consultório Ortopédico, encaminhado de volta aos Técnicos de enfermagem.
12:50 - Depois de um breve diálogo, o médico nem olhou para meu pé, que se encontrava com faixa, ele indica que meu caso é de pouca urgência, e classificou, como mostra no documento acima, como: VERDE - Pouco urgente, e que poderia esperar mais 120 minutos. Foi ai que pedi a ele, esclarecendo que já estava no hospital desde as 9:50, que meu caso é mais urgente, ai ele circulou: AMARELA - Urgente - 60 minutos de espera, porém, indicou com uma seta, como pode ver na foto acima, que entre as duas indicações, o válido seria o verde. 12:53 - Com os técnicos de enfermagem, entreguei o prontuário (documentos acima), e a enfermeira me informou que iria ligar para o médico, (Dr. Rafael), que no momento não estava ali, para vir me atender, e pediu-me para aguardar diante da sala de emergência, que ele iria vir. 12:54 - E lá vai eu para mais um ponto de espera, agora, no corredor, diante de uma sala de emergência, concorrendo vaga com apenas 6 pacientes. Pelo menos é mais animador.
12:54 - Cheguei para aguardar diante desta sala onde se lê: "Atendimento a qualquer momento"
12:58 - ao lado, também se lê este aviso - no mesmo local.
13:00 - Nada de aparecer o Dr. Rafael - clinico. 14:00 - Ainda não vi o Dr. Rafael, apenas um outro atende na sala :( o tempo passa, o cansaço em ficar horas extático na cadeira de rodas, deixa meu corpo dolorido, cansado, vistas escurecem, e eu continuo "paciente", sem almoço, sem água, sem... Preciso ir ao banheiro, porém, o banheiro local não oferecem condições adequadas para cadeirantes.
14:01 - Dirigi até as enfermeiras e solicitei um dispositivo para urinar, sendo que os banheiros não são adaptáveis para cadeirantes, e como sou deficiente renal, tenho sonda permanente, e já estava sentindo cólicas e iniciando a perca de urina. Ela pegou um vidro de soro, lancetou ele e derramou o conteúdo na pia e me passou, indicando que, acima, depois da rampa à direita, havia um banheiro no qual daria para entrar, e ... Lá fui eu! Chegando no banheiro, uma profissional da limpeza avisou: O banheiro está entupido e repleto de...
Está impossibilitado de utilizar; pelo mau cheiro, deu vontade de voltar, mas a necessidade me levou até a primeira parte, onde esvaziei a bexiga no frasco, e enquanto estava ali, um amigo que também estava lá, aguardando atendimento me avisou que o médico havia chegado e me chamava!
14:08 - Voltei correndo e o médico me chamou na enfermagem e falou comigo ali mesmo: As perguntas foram as mesmas: _ O que houve? Escara. _ Tem quanto tempo que você tem esta escara? Uns 3 anos. Informei a ele que a escara estava muito grande, quase a nível ósseo, infeccionada, com necrose e uma crosta de pele morta, e ali estava para debridar (veja como no vídeo ilustrativo, acima), e fazer um curativo. Interessante que o médico sequer olhou para meu pé enfaixado, não me levou para a sala de curativos, não o descobriu, e foi logo dizendo: Você vai para a sala de curativos, que cuidarão de você, e saiu, deixando por escrito, o que deveria ser feito. Não li o que prescreveu, e entregou para a enfermeira no local. Depois de uns minutos a enfermeira mandou-me procurar a sala de curativos, subindo a rampa, à esquerda, e lá vou eu...
14:15 - Cheguei diante desta sala e estou aguardando...
14:15 - Não demorou muito, e a porta abriu, no interior duas enfermeiras que, me pediu para aguardar enquanto fazia higiene no local, e voltei a esperar... Minutos depois uma delas me perguntou o que queria e passei a informação, mas ela desceu a rampa em busca do prontuario com as coordenadas médica, e minutos mais tarde ela retorna, me convidando a entrar, passei para uma maca e ela, finalmente, descobriu meu pé, examinando a escara. Após lavar, pedi para fotografar a mesma, o que ela fez prontamente. Até aqui, a primeira pessoa que cuida de mim com tratamento educado e diálogo natural, sem deseducação e falta de humor. Conversou comigo, e me tratou humanamente bem. Confira as fotos que ela fez, antes de debridar:
14:30 - Situação em que se encontra meu pé, muito inchado!
14:31 - Esta é a escara, coberta de pele morta
14:31 - Não há necrose, considerada pelas enfermeiras de uma ferida muito "bonita".
14:35 - Debridando a escara. DEBRIDAR - Recortar esta pele esbranquiçada, tipo um calejamento, limpar ela, para que volte a cicatrizar no local, e por fim, fechar. Confira as fotos posteriores; após o debridamento:
Não gostei. Queria que debridasse a ferida melhor, deveriam cortar toda pele branca e morta da ferida, mas a enfermeira retirou apenas uma parte, e ficou com medo de sair muito sangue, mas o sangue é normal, e mesmo sangrando, deveria cortar tudo o que podemos ver de pele morta. Disse que, para cortar tudo deveria estar com o médico, então me dei por satisfeito e fui embora. Foi feito um curativo utilizando apenas colagenase, única pomada que tinham no momento. cobriram com gaze e faixa e me liberaram as 15 horas. 15:00 - Saindo do PA - Pronto Atendimento, debaixo de uma chuva fina, que depois engrossou, molhando muito, inclusive a cadeira, que ao molhar fica maluca, sem direção, igual um jumento no trânsito, empacada, agende manda ela pra frente, ela vai para traz, gira em círculos no meio da rua, uma tristeza!
Esperando a chuva afinar, para chegar em casa, e aproveitando para fotografar um dos edifícios mais lindo da cidade! 16:00 - Só consegui chegar em casa nesse dia as 16 horas, todo molhado! muito cansado, ainda fui fazer meu almoço. 17:00 - Somente por volta das 17 horas que fui almoçar e deitar para recuperar do cansaço imenso pela viagem que fiz. Mesmo assim ainda querem que vou todos os dias fazer curativo no pé. Impossível isso. Unaí precisa de gente que quer fazer a diferença, que comece por construir em um local adequado, um Pronto socorro, amplo, com salas de espera, telefones disponíveis, ao alcance de deficientes cadeirantes, que possa usá-los com facilidade, rampas adequadas, banheiros arquitetonicamente preparados para ser usado por cadeirantes, mais médicos, que são competentes, prestativos, interessados em socorrer e atender melhor os pacientes, e não somente por encaminhar o paciente para o próximo médico e considerar que atendeu o cliente, pessoas que tratam os pacientes humanamente, faz pelo trabalho e não pelo dinheiro. Creio que em minha estadia ali, uns dois ou três médicos lucraram com minha consulta, mas ninguém fez jus ao trabalho que prestou, porque não fui examinado por nenhum deles, e isso considero um roubo. Mais uma vez, perdi o meu dia de trabalho, meu tempo, tudo por nada! Foi em vão.